CAPÍTULO I. Disposições Gerais Preliminares | Da Formação dos Contratos | Da Estipulação em Favor de Terceiro | Da Promessa de Fato de Terceiro | Dos Vícios Redibitórios | Da Evicção | Dos Contratos Aleatórios | Do Contrato Preliminar | Do Contrato com Pessoa a Declarar (artigos 421 a 471)

Seção I

Preliminares

Art. 421 | LIMITADO PELA FUNÇÃO SOCIAL DO CONTRATO

Na definição de Pablo Stolzer em seu livro (NOVO CURSO DE DIREITO CIVIL/4) a função social do contrato é:

"PRIMORDIALMENTE um pricípio jurídico de conteúdo indeterminado, que se compreende na medida em que lhe reconhecemos o precípuo efeito de impor limites à liberdade de contratar, em prol do bem comum."


Há o destaque também, da FUNÇÃO SOCIAL, englobar dois níveis:

NÍVEL INTRÍSECO = o contrato visto como relação jurídica entre as partes negociais, impondo-se o respeito à lealdade negocial e à boa-fé objetiva, buscando-se uma equivalência material entre os contrantantes;

NÍVEL EXTRÍNSECO = o contrato em face da COLETIVIDADE, ou seja, visto sob o aspecto de seum impacto eficacial na sociedade em que fora celebrado.

O aspecto visto no artigo, vem claramente dar, que essa liberdade negocial, deverá encontrar justo limite no interesse social e nos valores superiores de dignificação da pessoa humana. Qualquer avanço para além dessa fronteira poderá caracterizar abuso, JUDICIALMENTE ATACÁVEL.

Art. 421-A - PARIDADE ENTRE AS PARTES [EM VIA DE REGRA, HOUVE REVISÃO DE 100% DAS CLÁUSULAS E ACEITAÇÃO]

INC. I - NA REALIDADE NÃO HÁ

INC. II - NÃO HÁ, POIS NÃO HÁ A DEMONSTRAÇÃO

INC. III - PRECISARIA HAVER A NEGOCIAÇÃO PRÉVIA, POIS CASO CONTRÁTIO, HÁ APENAS A IMPOSIÇÃO PELO PROPONENTE & A SÓ ACEITAÇÃO PELO ADERENTE.


* Não deverá ir em contra-mão o que dispoê o par. único do Art. 2.035


Art. 422 | DA INTEGRALIDADE DA GUARDA DA BOA FÉ EM TODO O CONTRATO

De origem romana (_bona fides_), podemos destacar-la como um conceito ético, muito mais doquê uma expressão tecnica, no mundo jurídico.

Os germânicos, trouxeram-a para o mundi jurídico em geral.

P. Stolze, NCDC P 177






BOA-FÉ OBJETIVA 🆚 BOA-FÉ SUBJETIVA

BOA-FÉ SUBJETIVA = IGNORÂNCIA [SENDO ASSIM INOCENTE, NÃO SABE DE NADA]

BOA-FÉ OBJETIVA = DEVERES JURÍDICOS [LEALDADE - COOPERAÇÃO - ASSISTÊNCIA - SIGILO - INFORMAÇÃO] Tendo que haver todos esses, para sua imposição.

* funções desses deveres 5 jurídos

I - INTEGRATIVA = ESSES 5 DEVERES ESTÃO PRESENTES EM TODOS NEGOCIOS JURÍDICOS;

II - FUNÇÃO LIMITATIVA = LIMITAM O EXERCÍCIO ABUSIVO DO DIREITO. ESTÁ PREVISTA NO ART. 187 DO CC;

III - INTERPRETATIVA = DEVAM ESTAR DE ACORDO COM TODOS OS DEVERES JURÍDICOS.


TESES CORRELATAS A BOA FÉ OBJETIVA
Venire contra factum proprium = Ações/comportamentos contraditórios ao acordado no contrato - quebrando a expectativa de direito/relação de confiança no contrato;

Supressio = Suprimissão de cláusula que até outrora fazia parte da relação contratual.
Existir previsão em contrato + omissão + perpetuação + quebra da confiança (volta a ser exigida);

Surrectio = A condição não existe no contrato, porém SURGE e acaba nascendo um direito não previsto em contrato inicialmente.

Tu Quoque = Exigir cumprimento sem fazer sua parte/sem ser apto. Quebra de boa fé contratual.



Art. 423 | DO BENEFICIO AO ADERENTE AO CONTRATO

Dada a contradição, nos termos e cláusulas do contrato.

Art. 424 | DAS NULIDADES NOS CONTRATOS DE ADESÃO

CONTRATO DE ADESÃO = JÁ PRONTOS, COM CLÁUSULAS GENÉRICAS, AOS QUAIS JÁ HÁ TUDO PRONTO, SEM ESPAÇO PARA DISCUSSÃO.

Não podendo haver assim, renuncias antecipadas do cliente em relação a natureza do negocio.

Art. 425 | ILICITUDE EM CONTRATOS NÃO ESTIPULADOS NO CC/02D

Art. 426 | VEDAÇÃO DE HERANÇA DO AINDA VIVO, EM CELEBRAÇÕES CONTRATUAIS


Seção II

Da Formação dos Contratos

Se dar em três fases:

NEGOCIAÇÕES PRELIMINÁRES = SEM VINCULO OBRIGACIONAL [Á PRIÓRE] DEVENDO-SE HAVER A OBSERVAÇÃO DO PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA - NÃO OBSERVANDO-A, COMETE ATO ILICITO, SUJEITANDO-SE ENTÃO AO ARTIGO 927;

PROPOSTA = JÁ É UM NEGÓCIO JURÍDICO

ACEITAÇÃO = NOS CONTRATOS CONCESSUAIS, SE FAZ O APERFEIÇOAMENTE [1]

Art. 427 - DO VINCULO OBRIGATÓRIO E AUTOMÁTICO DE QUEM PROPÕE O CONTRATO

Resguardado as ressalvas, porventura contrárias, do TERMO.

Ex.: Doc. sujeito à confirmação; "Não vale como proposta"; Não tem vínculo obrigatório...

*[DA NATUREZA DO NEGÓCIO - Art. 427B] Outro exemplo é o da proposta vinculada à público. Ex.: "VÁLIDO ENQUANTO DURAREM TODOS OS ESTOQUES".

**[DAS CIRCUNSTÂNCIAS DO CASO] AS PREVISTAS NO ARTIGO À SEGUIR:


Art. 428 - CIRCUNSTÃNCIAS QUE DESOBRIGAM O PROPONENTE

I - Feita entre presentes, sem prazo e não for imediatamente aceita [vale também o 📞];

II - Feita sem prazo e ENTRE AUSÊNTES & a resposta ao proponente DEMOROU MUITO, desobriga-o [(prazo moral)];

III - Com prazo ENTRE AUSÊNTES e a resposta não for expedida dentro do prazo;

IV - ANTES/SIMULTÂNEO chegar a retratação.


*NOTA [1]: a abordagem foi de contratos concessuais; Em contratos reais, a negociação só de dar na tradição/entrega.


Art. 429 - DA PROPOSTA AO PÚBLICO

Tem força vinculante, salvo se os usos e costumes, via alerta na proposta.

Se saberá que só terá proposta vinculante, enquanto durar/tiver o dito cujo acordado.


Art. 430 - INEXISTÊNCIA DA FORÇA VINCULANTE DA ACEITAÇÃO - DO PROPONENTE COMUNICAR I M E D I A T A M E N T E

*Haverá expectativa de ambos os lados;

**Poderá cair indenizações de perdas e danos para o proponente.


Art. 431 - INEXISTÊNCIA DA FORÇA VINCULANTE DA ACEITAÇÃO - CONFIMAÇÃO DA ACEITAÇÃO DAS MUDANÇAS DO OBLACO, CONFIRMADA PELO PROPONENTE


Art. 432 - INEXISTÊNCIA DA FORÇA VINCULANTE DA ACEITAÇÃO - DE PAGAMENTOS COSTUMEIRAMENTES AUTOMÁTICOS

Da comunicação do Oblaco fazê-la, para não gerar expectativa na costumeiramente ação de aceite gerada na Proponente.


Art. 433 - INEXISTÊNCIA DA FORÇA VINCULANTE DA ACEITAÇÃO - DA CHEGADA ANTES DA RETRATAÇÃO DO ACEITE, PELO OBLACO AO PROPONENTE


Art. 434 - DOS CONTRATOS ENTRE AUSENTES E SUAS EXCEÇÕES PREVISTAS



Art. 435 - DO LUGAR CELEBRADO, SUA IMPOSIÇÃO

Caberá também, pleiteamente fora do Brasil em caso de lide; Porém, tendo a legislação do estrangeiro, em caso do adquirente ser do Brasil.


CLASSIFICAÇÃO DOS CONTRATOS


Seção III
Da Estipulação em Favor de Terceiro
Contratos No CÓdigo Civil/02 - Por José Franklin de Sousa (pag. 37)

Se for ESTIPULAÇÃO DE TERCEIRO = SERÁ UM BENEFÍCIO.
(pode-se ter uma cláusula, onde há a posição em caso de recusa).

Art. 436 - SOBRE A VANTAGEM RESULTANTE DO AJUSTE, SER DETERMINADA A SER CUMPRIDA À TERCEIRO, VIA QUEM ESTIPULA

Primeiras das 3 formas de contratos em favor de terceiros. A ESTIPULAÇÃO trata-se daqueles que venham surtir efeitos benéficos ao TERCEIRO fora da relação contratual à priore. 

ESTIPULANTE = aquele que pede a remissão do benefício ao TERCEIRO;

PROMITENTE = AQUELE QUE SE COMPROMETE A BENEFICIAR;

TERCEIRO = FORA DA RELAÇÃO CONTRATUAL, ADENTRA NA RELAÇÃO CONTRATUAL JÁ NO PLANO DA EFICÁCIA (NÃO PRECISA SER SOLVENTE NEM CAPAZ)

*ESTIPULANTE & TERCEIRO, tem LEGITIMIDADE PARA EXECUTAR. 

** Capacidade é requisito de validade do contrato, sendo obrigatória aos dois primeiros identificados


PÚ: Fala da hipótese de troca, segundo o Art. 438.

Art. 437 - DA PROIBIÇÃO DE EXONERAR O DEVEDOR

Não existindo o acordo nos moldes do Art. 438, não poderá o estipulante ✋🏿 EXONERAR 🚫 o devedor.

*Não significa dizer que se o terceiro não tiver ido atrás, ele deu quitação, nem também o mesmo, por parte do estipulante. 

** Muito recorrente, a ação para finalizar obrigação, pelo proponente.

Art. 438 - ESTIPULANTE PODE POR SUA VONTADE SUBSTITUIR O TERCEIRO, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DOS DEMAIS (PROMINENTE E/OU TERCEIRO)

Haja visto que não houve dado ao terceiro, o direito de exigir a obrigação.
*Ex.: Troca num testamento.

Seção IV
Da Promessa de Fato de Terceiro
Contratos No CÓdigo Civil/02 - Por José Franklin de Sousa (pag. 37)

Art. 439 - PROMITENTE RESPONDERÁ POR PERDAS E DANOS, CASO HAJA RECUSA DE TERCEIRO INDICADO À QUITAR OBRIGAÇÃO/PRESTAÇÃO...
Diferentemente da "Estipulação" que produz efeitos EXÓGENOS (ato entre os contratantes, beneficiará a alguém de fora da relação) a "Promessa de Fato de Terceiro" produz efeito ENDÓGENO (ato praticado por terceiro, produzirá efeito na relação entre os contratantes)
2ª 
* O terceiro é quem cumprirá a obrigação (de forma voluntária.
** Caso não o queira, não pode ser executado por qualquer um dos contratantes, sob pena de nulidade, se os tais fizerem tal ato (muito por não ser parte do contrato).
*** Aquele que tiver prometido por ato de terceiro, responderá por perdas e danos.

PÚ: Estar em união é forte indício de sua aplicação.

Art. 440 - EXCEÇÃO AO PROMITENTE DE RESPONDER, APÓS CONFIRMAÇÃO DO TERCEIRO
Pois assim sendo, ele fará parte do contrato, atravéz de sua confirmação de PROMESSA POR FATO PRÓPRIO, RESPONDENDO AGORA, PELA EXECUÇÃO.


Seção V

Dos Vícios Redibitórios

VÍCIO REDIBITÓRIOS = PRESENTES EM CONTRATOS COMUTATIVO (NÃO HÁ SUPRESA, NÃO HÁ RISCOS - CADA QUAL SABE SEUS DEVERES/OBRIGAÇÕES - AS PARTES SÃO EQUIVALENTES)


VÍCIO REDIBITÓRIO = DEFEITO OCULTO > DEIXANDO-O IMPRÓRPIO PARA USO & COM ISSO = DIMINUI O VALOR.

* APLICA-SE TAMBÉM EM DOAÇÃO ONEROSA. (DOAÇÃO COM CONDIÇÃO DE GASTO OBRIGATÓRIO).


O QUE FAZER?

REJEITAR A COISA;

RECLAMAR ABATIMENTO DO PREÇO.


DO ALIENTANTE(VENDEDOR) - ELE SABIA DO VÍCIO?

SE SIM = RESTITUI O QUE RECEBEU + PERDAS & DANOS;

SE NÃO = RESTITUI O QUE RECEBEU.


** RESPONSABILIDADE PERMANECE SE A COISA PERECER PELO VÍCIO.

OU SEJA, MESMO SE NÃO FOR DO CONHECIMENTO DO ALIENANTE, O MESMO TERÁ RESPONSABILIDADE + PERDAS E DANOS, DEVIDO A SER UMA SITUAÇÃO ANTERIOR A CELEBRAÇÃO E POR TER HAVIDO O PERECIMENTO.


DECADÊNCIA DO ADQUIRENTE:

BEM MÓVEL = 30 (À PARTIR DO CONHECIMENTO)

*** SE SOMENTE PODE SER CONSTATADO MAIS TARDE = 180 DIAS;


BEM IMÓVEL = 1 ANO (CONTADO À PARTIR DA DATA DE ENTREGA)


**** JÁ EM POSSE? = METADE DO PRAZO.


***** LEIS ESPECIAIS = NA AUXÊNCIA DELAS, SERÃO REGIDAS PELO CC.


****** CLÁUSULA DE GARANTIA = NÃO CORRE OS PRAZOS ACIMA.

(SINALIZA O VÍCIO EM ATÉ 30 DIAS DA CIÊNCIA.


Art. 441 - DISPOSIÇÃO DA DEFINIÇÃO

Art. 442 - DA OPÇÃO POR ABATIMENTO

Art. 443 - DE CONHECIMENTO DO ALIENANTE: O QUE RECEBEU + PERDAS E DANOS; SE NÃO: SOMENTE O VALOR RECEBIDO + AS DESPESAS DO CONTRATO

Art. 444 - DA RESPONSABILIDADE CONTINUADA AO ALIENANTE

Art. 445 - DA DECADÊNCIA AO ADQUIRENTE, PRAZOS
§1º 180 DIAS
§2º LEI ESPECIAL, PARA O CASO DE ANIMAIS

Art. 446 - QUESTÃO DA GARANTIA - COMUNICAR EM ATÉ 30 DIAS SEGUINTES AO DESCOBRIMENTO




Seção VI
Da Evicção


EVICÇÃO = vem do Latim EVICTIO, “recuperação de sua propriedade”, de EVINCERE, "reaver propriedade, retirar ocupantes ilícitos, conquistar”, formado por EX-, “fora”, mais VINCERE, “conquistar, dominar”.

No mundo jurídico, é definida na PARTE DA PERDA, NUMA RELAÇÃO, via modo JUDICIAL ou ADMINISTRATIVO.


"A PERDA DE UMA COISA DIANTE DE UMA DECISÃO JUDICIAL OU DE UM ATO ADMINISTRATIVO QUE ATRIBUI A UM TERCEIRO".

1 REQUISITO:

Em contratos comutativos entre partes (concordados) e onerosos;

2 REQUISITO:

Perda por ato JUDICIAL ou ADMINISTRATIVO (ex.: A teve o carro roubado por B e vendeu para C o ilícito. Após abordagem em C, o carro é devolvido a A. Pela perda do objeto via ATO DE B).

3 REQUISITO:

PROVA DO DIREITO PRÉ-EXISTENTE DO EVICTOR (quem demanda ação) ANTE AO EVICTO (aquele que adquiriu)

4 REQUISITO:

prova do EVICTO ser adquirente de boa fé-subjetiva.

** SE C conhece a malandragem de B, não tem direito, devido a falta da boa-fé subjetiva.






EM REGRA, COMPÕEM A RELAÇÃO NA EVICÇÃO:

ALIENANTE;

ADQUIRENTE (EVICTO);

TERCEIRO (EVICTOR).


VÍDEO PARA ENTENDER MELHOR:


Art. 447 - NOS CONTRATOS ONEROSOS (ESFORÇO PATRIMONIAL POR AMBOS) O EVICTOR PODE COBRAR DO ALIENANTE O VALOR + PERDAS E DANOS CONFORME DADA SITUAÇÃO DO QUADRO ABAIXO:


*HASTA PÚBLICA = Diz respeito à bens penhorados que são alienados. Subexiste para ele, responder a evicção.

Art. 448 - POSSIBILIDADE DE REMISSÃO DA RESPONSABILIDADE DO ALIENANTE, POR VONTADE DAS PARTES

no silêncio do contrato, vigora sua responsabilidade.

** Segundo Pablo Stolze, se for abusiva, prevalecerá ainda sim, mesmo que exposta.

Art. 449 - SE NÃO SOUBE, TEM DIREITO DE RECEBER O QUE PAGOU + AS DEVIDAS INDENIZAÇÕES


Art. 450 - DOS CASOS DE RESTITUIÇÃO AO EVICTO ALÉM DO QUE PAGOU

I - Se perceber frutos antes de perder o bem;

II - 

III - Em caso de pagamento de custas processuais.


PÚ - Para situações em que o tempo pode fazer o bem ir se deterioriando.

Art. 451 - OBRIGAÇÃO DE INDENIZAR AINDA QUE HAJA DETERIORIZAÇÃO


Art. 452 - PREVISÃO DE EVITAR O ENRIQUECIMENTO SEM CAUSA


Art. 453 - SE O EVICTOR NÃO PAGAR PELAS BENFEITORIAS UTEIS E NECESSÁRIAS, O ALIENANTE SE RESPONSABILIZARÁ


Art. 454 - ABATIMENTO EM PROL DO ALIENANTE


Art. 455 - PRINCÍPIO DO ADIMPLEMENTO SUBSTÂNCIAL. TORNA-SE DESPORPORCIONAL, DESFAZER O CONTRATO


Art. 456 - REVOGADO PELO CPC


Art. 457 - EM CIÊNCIA DE SER COISA ALHEIA/EM DISPUTA E COM CLÁUSULA DE NÃO EVICÇÃO, PERDE-A



Seção VII

Dos Contratos Aleatórios

Contratos aleatórios = contratos de risco, "sorte"

*NOS CONTRATOS CUMULTATIVOS = Já se tem o conhecimento do objeto da prestação (previamente).

Art. 458 - CONTRATO ALEATÓRIO SOBRE COISA FUTURA

Cujo a dúvida é o próprio objeto do contrato. Salvo se concorrido com dolo ou com culpa.


Art. 459 - CONTRATO ALEATÓRIO SOBRE VENDA de Q U A N T I D A D E

Ex.: negociação de uma safra. Salvo, prova de dolo ou culpa do alienante. Ex.: desleixo com agrotóxicos.


Art. 460 - CONTRATO ALEATÓRIO SOBRE VENDA DE COISA EXISTENTE E DE POSSÍVEL DE RISCO DE PERECIMENTO


Art. 461 - DA ANULAÇÃO POR DOLO



Seção VIII

Do Contrato Preliminar

*NÃO CONFUNDIR COM NEGOCIAÇÃO PRELIMINAR (POIS ESTA AS PARTES NÃO ESTÃO VINCULADAS)

O CONTRATO PREMILIMINAR (COMO ESPÉCIE QUE É - V I N C U L A OBRIGATORIAMENTE AS PARTES)

** Trata-se de uma modalidade prévio, temporário, para a efetivação de negociação futura.

*** OBRIGA AS PARTES A DAREM CONTINUIDADE AO CONTRATO FUTURO. = PODE SER CARACTERIZADO COMO OBRIGAÇÃO DE FAZER = CELEBRAR O DEFINITIVO.


Art. 462 - TODOS OS REQUISITOS PREVISTOS NO CONTRATO DEFINITIVO, DEVEM CONSTA NO CONTRATO PREMILINAR (EXCETO: FORMA)


Art. 463 - CUMPRIDO O DITO NO ANTERIOR, DAR-SE A POSSIBILIDADE DE EXIGIMENTO DE OBRIGAÇÃO

**** Caso não haja cláusula de obrigação de fazer


Art. 464 - FUNÇÃO APELATIVA AO JUIZ, POR PEDIDO DO INTERESSADO


Art. 465 - DA POSSIBILIDADE DE ANULAÇÃO +  INDENIZAÇÃO DA PARTE NÃO ESTIPULANTE NO CONTRATO PRELIMINAR


Art. 466 - ACORDOS Á CERCA DO TEMPO EM CONTRATOS UNILATERAIS


Seção IX

Do Contrato com Pessoa a Declarar

Contratos No CÓdigo Civil/02 - Por José Franklin de Sousa (pag. 38)

Um dos contratantes, resolve (dentro de determinado tempo/período) trazer um terceiro, QUE O SUBSTITUIRÁ na relação. Como este que adentra, será PARTE, precisará ser SOLVENTE & ter LEGITIMIDADE.


Art. 467 - DA INDICAÇÃO NO MOMENTO DA CONCLUSÃO

Um Conceito da Cláusula do AMICO ELIGENDO/arnica aligendo.

Art. 468 - 5 DIAS DE COMUNICAÇÃO À OUTRA PARTE (PADRÃO)

PÚ: A formalidade (no contrato originário) tem que ser uniforme, em entre ambos.

Art. 469 - DE FATO NOMEADA, DEIXA DE SER TERCEIRO E VIRA PARTE NO CONTRATO

Efeito retroativo, para com ao não pago antes de sua chegada. (parece com a fiança, MAS NÃO É, pois tem o benefício que irá receber, na FIANÇA é só o débito).

Art. 470 - DAS OPÇÕES DE RETROAÇÃO (LER INCISOS)

I - Ter o aceite dentro dos 5 dias (segundo o Art. 468);

II - Nulidade por JUSTIÇA ao fato do terceiro ser insolvente.

Art. 471 - NÃO PODE SER INSOLVENTE, NEM INCAPAZ (VOLTA AS ORIGENS)

Nulidade e retorno ao contrato primordial.